quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Atividade 2.1 - Mapeamentos Iniciais

Podemos perceber que hoje muitos jovens estão conectados com o mundo por meio de seus aparelhos celulares. Ameaçar punir o filho retirando-lhe seu celular ou bloqueando sua internet parece algo absurdo para o adolescente. A todo momento estão mergulhados nas redes sociais, ouvidos suas músicas, assistindo vídeos e jogando. Até mesmo crianças que têm acesso acabam por surpreender todos pela sua capacidade de manipular os equipamentos eletrônicos, sem nenhuma instrução prévia.

No tocante aos preconceitos e estereótipos negativos creio que sempre existirão. Faz parte. Se pensarmos em nossa fase escolar com certeza nos lembraremos de como nossos colegas eram apelidados. A figura do “nerd” sempre foi ridicularizada. Em meu ambiente de trabalho não percebo (ou reconheço) alunos que possam ser rotulados dessa forma. Vejo que existe, de certa forma, um respeito, principalmente pelo fato de alguns alunos destaque serem monitores.

Infelizmente muitos jovens (por que não adultos?) estão deixando de lado o mundo real para viver um mundo virtual, repleto de ilusões. Seria muito bom se soubéssemos usar as tecnologias para aprimorar com qualidade nosso dia a dia, sem nos tornarmos escravos. A relação pai e filho mudou. A valorização das histórias dos nossos avós acabou. Não vemos mais tantas rodas de conversa na rua, seja pelo fato de estar no horário da novela das oito ou por conta da violência.

Como virtude, temos o fácil acesso às informações. Para quem se interessa, a internet é uma mina de ouro, tudo o que se precisa lá tem. Cabe a nós, professores e pais, a tarefa de orientar esses jovens, tão vulneráveis, quanto aos riscos do mal uso da internet, e mais, instigá-los a usar de forma consciente e, principalmente, para fins educativos.

PRIMEIRA OFICINA DA CARAVANA DA CULTURA AFRO BRASILEIRA

Na tarde do dia 23 de outubro de 2013, nos reunimos com os alunos selecionados para participar da III Caravana da Cultura Afro Brasileira. Foi um momento de descontração, ao ouvirmos as músicas africanas e também de conhecimento, principalmente com a dinâmica de construção do mapa brasileiro, onde cada aluno escreveu em uma peça do quebra-cabeças uma palavra que definisse para eles "cultura afro brasileira". Dando continuidade, estudamos sobre a Caravana e analisamos o slide "África: síntese histórica".


















terça-feira, 22 de outubro de 2013

III Caravana da Cultura Afro Brasileira

LISTA DOS SELECIONADOS PARA A III CARAVANA DA CULTURA AFRO BRASILEIRA





Ayrton Markos da Silva
Alexandre Mauro de Souza Junior
Ana Alice Pereira
Ana Karoline Freitas da Silva
Antonia Iara da Silva Alexandrino
Bruna Araújo de Sousa
Clayton Medeiros Lima do Nascimento
Daiane Rocha Brandão
Dayna Karissia da Silva Sousa
Eliana Souza Oliveira
Francisco Airton do Nascimento
Francivando Araújo da Silva
Giuliano Eriston Freitas Matos
Ilane Caroline Sousa
Jade Muniz Araujo
Jéssyca Flávia Albuquerque Pereira
José Osvaldo de Farias Júnior
Júlio César Albuquerque Conceição
Karine Fernandes da Silva
Larissa Jessica Rodrigues
Lavínia Helen de Souza Pinto
Lorena Kelly Carvalho da Costa
Luana Alexandrino
Maria Roberta Herculano Coelho
Renato Daniel de Freitas
Sabrina Ailaine da Silva
Tailane Silva Araújo Penha
Teófilo S. Mesquita Chaves
Wedson Araújo Sousa
Yara de Jesus



A primeira oficina ocorrerá dia 23/10/2013 às 13:50 no LIE. Não faltem!!!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Atividade 1.4 - Reflexões sobre Cenários de Mudanças

As novas tecnologias vieram para modificar totalmente a nossa vida. Uma vez globalizado, um povo jamais voltará a ser como antes. Infelizmente percebo que a muitas vezes a tecnologia não é usada para o “bem”. A televisão, por exemplo, vem cada dia mais propagando ideologias que ferem o conceito de “família”. Os mais modernos defendem esses novos tempos, a nova forma de ver e de conceber a ideia de família, totalmente diferente dos padrões tidos por tradicionais. Creio eu que as crianças perderam sua pureza e inocência pois desde cedo são expostas ao erotismo, sexualidade e violência que antes tinha horário para ser exibido, hoje está praticamente sem restrição. Sem contar no apelo consumista das propagandas que nos fazem acreditar que precisamos de seus produtos para viver, criando assim uma escravidão capitalista.
Com relação aos jogos e a internet percebo que prende muito a atenção e o tempo das crianças e jovens, tornando-se, logicamente, bem mais atrativo do que estudar. Conheci alunos que matavam aula de manhã para ficar em lan house jogando Perfect World, esquecendo-se até mesmo de se alimentar, chegando à noite em casa ainda com a farda escolar. Percebo que nossa sociedade não acompanhou a velocidade das invenções. Muitos pais não estão preparados para lidar com essa realidade. Estipular um limite nos filhos está cada vez mais difícil e a geração “não” dos pais está sendo substituída pela geração “sim” dos filhos, onde nada pode ser proibido. Isso reflete diretamente na realidade vivenciada pelos professores em sala de aula. A relação pai e filho mudou e consequentemente a relação professor e aluno também. Se não há respeito pelos genitores, que dirá pelo educador?
Outro ponto que gostaria de destacar é a distância física criada pela internet. Vizinhos que passam um pelo outro sem dar ao menos um bom dia, mas que curtem, comentam e compartilham assuntos em comum nas redes sociais. Pais que não tem diálogo com seus filhos, que nem sabem o que fazem, enquanto os mesmos deixam suas vidas de forma totalmente expostas nas páginas de relacionamento, fazendo com que estranhos saibam mais de seus passos do que os próprios responsáveis.
Pensando do lado positivo, as novas tecnologias facilitam muito a nossa vida. Temos o conforto de comprar por preços baixos produtos até mesmo em outros países, realizar transações bancárias sem sair de casa... No âmbito escolar a internet hoje é essencial, quando falta por um instante parece que tudo para. Lidar com as NTICs exige mais esforço dos professores, pois não podemos contar 100% com elas, portanto, um plano B se faz necessário e se nem o plano A foi bem pensando, fica mais difícil os objetivos serem alcançados. Muitos educadores sentem medo, receio ou preguiça de se lançarem no uso dos equipamentos pois temem errar ou danificar. É uma pena o ser humano perder sua essência ao crescer. Pudera sermos intrépidos assim como fomos em nossa tenra idade. Para nós a impressão que se tem é que as “crianças de hoje” já nascem sabendo: com dois anos de idade dominam o uso de um tablet! Se tivéssemos tido a mesma oportunidade, faríamos igual!
Enquanto professora de Laboratório de Informática Educacional, sinto-me desafiada na tarefa de integrar os equipamentos que a escola possui na prática pedagógica dos professores, tornando rotina na sala de aula. Para muitos já é, mas ainda falta um despertar em alguns, e esse “despertar” pode e deve ser realizado por mim!

Indicação de livro

Para essa semana, por indicação do meu irmão-compadre e professor de Língua Portuguesa, escolhi para leitura o livro A Normalista. É de autoria de Adolfo Caminha e pertence a escola literária do Realismo-Naturalismo. Ainda estou no início da leitura, mas indico pelo contexto histórico no qual foi escrito e também pelo fato de ser ambientado na capital Fortaleza.

DIA DOS PROFESSORES!




SER PROFESSOR

Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta.
Enquanto professores...
Somos mágicos, ao fazermos malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a vida pessoal.
Somos atores, somos atrizes, que interpretam a vida como ela é, sentimos e transmitimos emoções ao conviver com tantas performances.
Somos médicos, ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família, pela carência de tempo de viver a própria infância.
Somos psicólogos, ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura,
que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a se fazer.
Somos faxineiros, ao tentarmos lavar a alma dos pequenos,
das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heroicos ao mesmo tempo.
Somos arquitetos, ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem sabemos se adequados.
É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar em cada
profissão existente um traço de nós professores. Contudo ser professor,
ser professora é ser único, pois a docência está em tudo, passa por todos,
é a profissão mais difícil, mas a mais necessária.
Ser professor é ser essência, não sabemos as respostas.
Estamos sempre tentando. Às vezes acertamos, outras erramos, sempre mediamos.
Ser professor é ser emoção
Cada dia um desafio
Cada aluno uma lição
Cada plano um crescimento.
Ser professor é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias
“não sei o que aqui faço, por que aqui fico?”
fica a certeza de que...
Educar parece latente, é obstinação.
Ser professor é peculiar,
Pulsa firme em nossas veias,
Professor ama e odeia seu ofício de ensinar
Ofício que arde e queima
Parece mágica, ou mesmo feitiço.
Na verdade, não larga essa luta que é de muitos.
O segredo está em seus alunos, na sua sala de aula, na alegria de ensinar
a realização que vem da alma e não se pode explicar.
Não basta ser bom... tem que gostar.
(Desconheço a autoria)

sábado, 5 de outubro de 2013

Atividade 1.3: A complexa relação Homem-Máquina

Nessa atividade, o vídeo que mais me chamou a atenção foi “Evolução da tecnologia”. Para redigir meu texto, questionei uma professora, uma mãe, uma aluna de ensino médio e uma aluna universitária sobre o uso dessa tecnologia como impacto na sala de aula. Abaixo segue as respostas:

COMO VOCÊ PERCEBE O IMPACTO DO USO DAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO DE SUA SALA DE AULA?
MARLI FIORENTIN (professora tutora do curso O uso do blog como recurso didático – Fundação Telefônica):
Eu vejo que o uso das tecnologias está trazendo mudanças na metodologia e nos papeis do educando e educador, pois agora este é mais mediador e aquele sujeito de sua aprendizagem. As informações, antes transmitidas pelo professor, agora estão disponíveis nas diversas mídias. Porém os alunos precisam ser desafiados a refletir as informações significativas e transformá-las em conhecimentos que gerem transformações no seu meio social. O professor não tem como ignorar essa realidade e continuar dando aula de cuspe e giz, porque os alunos não aceitam mais isso. As tecnologias trouxeram o mundo para dentro da sala de aula e também a possibilidade de levar a sala de aula para o mundo, ampliando o tempo e espaço pedagógico. Hoje é possível aprender em rede, produzir e socializar os conhecimentos com o mundo, tornar a aprendizagem significativa, num contexto social.

NA ESCOLA DE SEUS FILHOS, VOCÊ PERCEBE O USO DE TECNOLOGIAS NA SALA DE AULA?
SUZANA MONTEIRO (mãe de alunos que estão cursando Ensino Fundamental):
Aqui a tecnologia é só com os alunos. Professores só livros. Minha filha sabe usar bem o computador, e é bem capaz de saber mais que alguns professores. Acho que os professores precisam ser inseridos dentro desse quesito.

COMO VOCÊ PERCEBE O IMPACTO DO USO DAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO DE SUAS AULAS NA FACULDADE?
RAFAELA FREITAS (universitária do curso de Física no IFCE):
Bem nas aulas da faculdade a tecnologia está bem presente, muitos professores utilizam-se de slides, internet, uso de equipamentos sofisticados no laboratório para aprimorarem suas aulas e auxiliar na compreensão dos alunos.

PODE PERCEBER ALGUMA DIFERENÇA NA SUA APRENDIZAGEM QUANDO OS PROFESSORES UTILIZAM NAS AULAS RECURSOS TECNOLÓGICOS?
Lavínia Helen (aluna do 1º ano do Ensino Médio):
Olha, tem certos conteúdos que a gente aprende mais rápido usando alguns recursos tecnológicos, mais em outros é melhor a explicação do professor, mas eu percebo sim, certa diferença.

Analisando as respostas, pode-se perceber as várias visões sobre o mesmo assunto, mas como ponto em comum (exceto na resposta da aluna universitária) temos ainda a “postura do professor tradicional”. Mesmo diante de todas as inovações tecnológicas e a facilidade ao acesso, como o próprio vídeo cita “todos terão acesso as tecnologias”, muitos professores ainda resistem em utilizá-las. A nova geração já traz do berço o contato com aparelhos digitais, ficando muitas vezes à frente dos educadores. Dessa discrepância se intensificam os conflitos professor-aluno, aumenta-se o desinteresse dos mesmos pelas aulas. Vejo que a escola é o espaço para a mudança na sociedade, e enquanto os professores não se atentarem para isso, continuaremos mantendo esse abismo entre tecnologia e qualidade no processo ensino aprendizagem.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

III CARAVANA DA CULTURA AFRO BRASILEIRA - INSCRIÇÃO

Edital Nº 01/2013




SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A III CARAVANA AFRO BRASILEIRA NAS ESCOLAS

            Os professores das Ciências Humanas da EEM José Teixeira de Albuquerque e o Grupo Gestor do Projeto Jovem de Futuro torna público as normas e procedimentos de seleção para participação dos alunos na III Caravana Afro brasileira nas escolas, fundamentado na lei 10. 639 de 2003.

1. DOS OBJETOS

Artigo 1º - Para efeito do que dispõe a presente norma, A lei 10.639 de 2003 aponta, obrigatoriamente, a urgente necessidade de rever a forma como estamos pensando e trabalhando as relações étnicos-raciais em nossas salas de aula. Tal necessidade, já proclamada há décadas pelo movimento negro brasileiro, e sua obrigação na forma de lei tem impulsionado escolas públicas e privadas do país a repensarem o tema da diversidade cultural, destinando maiores espaços em seus currículos para a inserção de conteúdos programáticos sobre a história do povo africano e afro-brasileiro.
Artigo 2º - A Caravana tem por finalidades:
·Promover um ambiente propicio a prática da aprendizagem colaborativa
·Melhorar o desempenho e o compromisso dos estudantes com as atividades desenvolvidas pelo projeto
·Desenvolver competências e habilidades para potencializar o protagonismo juvenil
·Melhorar o desempenho acadêmico dos alunos participantes, além de estimular a criticidade, criatividade e curiosidade no que diz respeito à temática
·Inspirar o sentimento de pertencer ao grupo de afrodescendentes
·Oportunizar aos membros da caravana orientação e aprofundamento da aprendizagem relativa aos conteúdos das temáticas abordadas, bem como à interação com os alunos no processo de ensino e de aprendizagem.

2. DA CARAVANA

Artigo 3º - Para sua execução formou-se uma comissão constituída por professores e alunos de quatro escolas estaduais da Crede 3. Essa comissão, devidamente preparada, tem a tarefa de proporcionar as quatro escolas que a originou, uma visita (na data provável e 13 e 14 de novembro de 2013) que possibilite aos seus alunos um momento de discussão sobre a diversidade cultural, rompendo estereótipos e contribuindo para a redução de práticas preconceituosas e racistas dentro e fora da escola.


3. SELEÇÃO DE ALUNOS E VAGAS

Artigo 4º - A Caravana se dará por duas fases:
I – Fase escolar: oficinas de estudo e de artes (quatro encontros em data a combinar) com a participação de, no máximo, 30 alunos
II – Fase regional: participação de dez alunos na III Caravana afro brasileira nas escolas
Artigo 5º - A seleção dos alunos observará os seguintes critérios:
I – Frequência e participação nas aulas;
II – Apresentar um bom desempenho qualitativo em sala de aula e quantitativo (notas) na disciplina de História
III - Ter habilidade de repassar com clareza e eficiência o conhecimento, tendo boa comunicação e espírito de liderança
IV – Compromisso e seriedade no envolvimento do projeto
V – Disponibilidade de tempo
Artigo 6º - Os grupos, devidamente preparados, irão divulgar nas salas de aula da EEM José Teixeira de Albuquerque o assunto trabalhado nas oficinas.
Artigo 7º - Serão realizadas visitas em algumas escolas municipais, de preferência as turmas de 9º ano.
Artigo 8º - Para participar da III Caravana afro brasileira nas escolas (II fase) serão selecionados doze alunos que mais se destacarem na fase escolar, sendo observado os seguintes critérios:
I – Compromisso, pontualidade e assiduidade
II – Interação com o grupo
III – Oralidade, postura e modo de se expressar
IV – Envolvimento com a temática abordada
V – Disponibilidade de tempo
Artigo 9º - Para critérios de desempate, os professores organizadores poderão utilizar:
a)   Entrevista
b)   Redação

4. DA CARGA HORÁRIA

Artigo 10º - A carga horária da oficina será de duas horas aula e quatro encontros, totalizando 8 horas aulas.
Artigo 11 - A II fase será nas datas prováveis de 13 e 14 de novembro, tendo o aluno que estar disponível o dia inteiro para a realização da visita as escolas.

5. DOS CANDIDATOS A CARAVANA

Artigo 12 – Todos os alunos devidamente matriculados na escola, atendendo aos critérios do artigo 5º, poderão se inscrever.



Artigo 13º – Os candidatos inscritos que não participarem das oficinas, serão automaticamente eliminados do processo seletivo para a II fase.

6. CRONOGRAMA

ATIVIDADES
DATAS PROVÁVEIS
Organização pela equipe de professores
16 a 30 de setembro
Divulgação do edital e inscrição dos Candidatos
03 a 10 de outubro
I Fase escolar
14 a 31 de outubro
Divulgação nas salas da escola
01 a 07 de novembro
Escolha dos alunos para a II Fase (escolar)
08 de novembro
II Fase (regional)
13 e 14 de novembro
Visita as escolas municipais
02 a 06 de dezembro


7. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Artigo 11 – Os casos omissos neste Edital serão avaliados pelos professores envolvidos no projeto, Núcleo Gestor da EEM José Teixeira de Albuquerque e Grupo Gestor do PJF.

Jijoca de Jericoacoara, 30 de setembro de 2013.

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