O Brasil não deve sediar as Olimpíadas de 2016 no Rio por questões óbvias. Primeiramente porque vai ser o maior desvio de dinheiro público já visto na história desse país. Pesquisa da revista Forbes aponta Rio de Janeiro como a cidade mais feliz do mundo, vocês acreditam? Será que essa pesquisa foi feita com as pessoas das comunidades carentes, que tem de acordar as 5 da manhã, pegar um metrô lotado, às vezes chicoteados para se acomodar no metrô, e na volta para casa depois de um dia cansativo de batente, não pode entrar na própia casa, porque a comunidade está em guerra entre policia e traficantes.
As Olimpíadas de 2016 no Rio terá um custo de R$ 30 BILHÕES, e vocês acham que todo esse dinheiro dará retorno? NÃO. Com os superfaturamentos, desvios de verbas e estouros no orçamento, acredito que vai, no mínimo, custar uns 70 bilhões!Pelo menos uns vinte e cinco vão para as mãos dos políticos! Isso é que eu chamo de jogar dinheiro fora, pois esse investimento não trará nenhum retorno para o povo é só lembrarem do Pan do Rio que foi divulgado como um grande evento que daria melhor condições de vida para os cariocas e desenvolveria toda a região e no entanto tudo o que foi construído não serve pra absolutamente nada pois esses eventos servem apenas pra impressionar gringos e divulgar uma falsa imagem de que o Brasil é um lugar perfeito e maravilhoso quando na verdade o povo vive na miséria, na violência e na ignorância pois um dos mal do Brasil é a memória fraca pois não lembra hoje do que foi dito sobre o Pan que é bem recente.E também tem o fato de que todo esse dinheiro que poderia ser usado para ajudar todo o país vai ser posto numa só cidade. É como se o Brasil se resumisse na cidade do Rio, que cá pra nós de maravilhosa não tem nada. As autoridades brasileiras que acreditam piamente que o Rio de Janeiro será indicado como cidade sede para 2016 prepararam um vídeo mostrando uma cidade sem favelas.
O vídeo mostra um Rio dos sonhos de todos os brasileiros. Quando perguntados porque as favelas desapareceram, disseram que este era o Rio de 2016, o Rio do futuro e era assim que tinha que ser mostrado. Agora mentimos no presente e também no futuro. O Rio de Janeiro só pode ganhar se a competição for de tiro ao alvo, das maiores favelas do mundo, da insegurança e corrupção endêmicas, dos pontos turísticos mais violentos do planeta, mas não será indicado como sede da Olimpíada. Graças a Deus. Seria muito dinheiro para nada. Com o mesmo dinheiro o governo deveria investir num projeto olímpico verdadeiro, formando a base, a infra-estrutura que nós nunca tivemos e que alguns tentam vender de quatro em quatro anos.
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Durante o governo de D. Pedro II, o Exército ocupou uma posição marginal na política brasileira. Os baixos soldos, a rígida disciplina da corporação e a lentidão nas promoções desencorajavam os filhos das elites a seguir a carreira militar.
Após a Guerra do Paraguai, o Exército saiu fortalecido como corporação. Vitoriosos no conflito, muitos oficiais queriam desempenhar um papel central na vida política, além do de defensor das instituições e da soberania nacional, atribuições impostas pela Constituição.
Na década de 1880, houve uma série de atritos entre o governo e oficiais do Exército motivados pelo envolvimento dos militares em questões da política nacional.
Os constantes enfrentamentos desse período desgastaram a relação entre o Exército e o governo e enfraqueceram a monarquia. A cada dia ficava mais evidente o projeto dos militares de assumir um novo papel na cena política do Brasil.
De acordo com a Constituição de 1824, a Igreja Católica estava subordinada ao Estado, sendo freqüente a interferência governamental nos assuntos religiosos.
