sexta-feira, 15 de novembro de 2013

III CARAVANA DA CULTURA AFRO BRASILEIRA

Nos dias 13 e 14 de novembro ocorreu a III Caravana da Cultura Afro Brasileira. Esse ano, com nova rota: segundo dia visitou-se as cidades de Bela Cruz, Marco e Morrinhos.

Fico muito feliz e satisfeita com o resultado do trabalho. Ver os alunos realmente sendo protagonistas do seu conhecimento, apresentando segurança no estudo desenvolvido, defesa de suas ideias e pontos de vista, e o melhor: o desejo de romper os estereótipos com relação aos afrodescendentes.

CARAVANA DA CULTURA AFRO BRASILEIRA - OFICINAS


Dando continuidade ao trabalho desenvolvido da Caravana da Cultura Afro Brasileira, realizamos quatro oficinas com os alunos selecionados. Nessas oficinas fizemos estudos sobre a História da África, realizamos dinâmicas, galeria de artes. Estou feliz com o trabalho e com a dedicação de cada aluno nessa atividade. Para a Caravana regional, foi selecionado (com muita dificuldade) apenas dez alunos. Se fosse possível, todos seriam escolhidos, pois cada um tem dado o seu melhor.


1ª Oficina









2ª Oficina


























3ª Oficina







4ª Oficina




Leitura da semana

Para o feriadão de 15 de novembro, escolhi como leitura o clássico de Jorge Amado: Gabriela, Cravo e Canela. Leitura envolvente, retrata o auge do ciclo do cacau na Bahia e o cotidiano da pequena cidade de Ilhéus. Conta amores, desamores, poderosos coronéis, mulheres sensuais e principalmente, o amor do árabe Nacib pela sertaneja Gabriela. Indico.

LITERATURA E REALIDADE


Minha leitura semana passada foi o clássico O QUINZE, da espetacular escritora cearense Rachel de Queiroz. Bom, a história relata a saga de retirantes cearenses na seca de 1915. 
Fui visitar minha avó materna, que mora beeeeem no interior. Fiquei muito triste ao ver a realidade que se encontra: a cacimba (poço) está praticamente seco. Vendo minha prima relatar a ida dela até um açude (muito longe) para lavar roupa, e chegando lá tinha mulheres com filhos de todas as idades me veio em mente o livro O Quinze. O marido dela tocando o gado até esse açude para beber água (sim, o mesmo que lavam roupa). Triste saber que um problema enfrentado a tantos e tantos anos no Nordeste ainda não tenha solução. Quase 100 anos passados da seca de 15 e, mesmo com tanta tecnologia, o sertanejo ainda sofre com a falta de água. Não vejo políticas públicas voltadas para a solução desse problema. Quem se importa? Ano que vem tem Copa do Mundo! Sobra ao nordestino a fé em São José e esperar para que chegue logo o "inverno", e que seja bom... E que esse poço encha de água boa novamente...

Foto: TRISTE...
Minha leitura essa semana é o clássico O QUINZE, da espetacular escritora cearense Rachel de Queiroz. Bom, a história relata a saga de retirantes cearenses na seca de 1915. 
Hoje fui visitar minha avó materna, que mora beeeeem no interior. Fiquei muito triste ao ver a realidade que se encontra: a cacimba (poço) está praticamente seco. Vendo minha prima relatar a ida dela até um açude (muito longe) para lavar roupa, e chegando lá tinha mulheres com filhos de todas as idades me veio em mente o livro O Quinze. O marido dela tocando o gado até esse açude para beber água (sim, o mesmo que lavam roupa). Triste saber que um problema enfrentado a tantos e tantos anos no Nordeste ainda não tenha solução.  Quase 100 anos passados da seca de 15 e, mesmo com tanta tecnologia, o sertanejo ainda sofre com a falta de água. Não vejo políticas públicas voltadas para a solução desse problema. Quem se importa? Ano que vem tem Copa do Mundo! Sobra ao nordestino a fé em São José e esperar para que chegue logo o "inverno", e que seja bom... E que esse poço encha de água boa novamente...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

FILME: MENINO DE CARVÃO

Caros alunos do 2º A e B (Noite):
Assistimos ao curta metragem Menino de Carvão. Infelizmente é uma triste história e o final não foi o que esperávamos.

Solte sua criatividade e dê um novo rumo a essa história:
O que poderia ter acontecido com ele? E com seus pais?

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Atividade 2.1 - Mapeamentos Iniciais

Podemos perceber que hoje muitos jovens estão conectados com o mundo por meio de seus aparelhos celulares. Ameaçar punir o filho retirando-lhe seu celular ou bloqueando sua internet parece algo absurdo para o adolescente. A todo momento estão mergulhados nas redes sociais, ouvidos suas músicas, assistindo vídeos e jogando. Até mesmo crianças que têm acesso acabam por surpreender todos pela sua capacidade de manipular os equipamentos eletrônicos, sem nenhuma instrução prévia.

No tocante aos preconceitos e estereótipos negativos creio que sempre existirão. Faz parte. Se pensarmos em nossa fase escolar com certeza nos lembraremos de como nossos colegas eram apelidados. A figura do “nerd” sempre foi ridicularizada. Em meu ambiente de trabalho não percebo (ou reconheço) alunos que possam ser rotulados dessa forma. Vejo que existe, de certa forma, um respeito, principalmente pelo fato de alguns alunos destaque serem monitores.

Infelizmente muitos jovens (por que não adultos?) estão deixando de lado o mundo real para viver um mundo virtual, repleto de ilusões. Seria muito bom se soubéssemos usar as tecnologias para aprimorar com qualidade nosso dia a dia, sem nos tornarmos escravos. A relação pai e filho mudou. A valorização das histórias dos nossos avós acabou. Não vemos mais tantas rodas de conversa na rua, seja pelo fato de estar no horário da novela das oito ou por conta da violência.

Como virtude, temos o fácil acesso às informações. Para quem se interessa, a internet é uma mina de ouro, tudo o que se precisa lá tem. Cabe a nós, professores e pais, a tarefa de orientar esses jovens, tão vulneráveis, quanto aos riscos do mal uso da internet, e mais, instigá-los a usar de forma consciente e, principalmente, para fins educativos.

PRIMEIRA OFICINA DA CARAVANA DA CULTURA AFRO BRASILEIRA

Na tarde do dia 23 de outubro de 2013, nos reunimos com os alunos selecionados para participar da III Caravana da Cultura Afro Brasileira. Foi um momento de descontração, ao ouvirmos as músicas africanas e também de conhecimento, principalmente com a dinâmica de construção do mapa brasileiro, onde cada aluno escreveu em uma peça do quebra-cabeças uma palavra que definisse para eles "cultura afro brasileira". Dando continuidade, estudamos sobre a Caravana e analisamos o slide "África: síntese histórica".


















TRABALHO PARCIAL DE HISTÓRIA 2º ANO CLIQUE AQUI