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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

FILME: MENINO DE CARVÃO

Caros alunos do 2º A e B (Noite):
Assistimos ao curta metragem Menino de Carvão. Infelizmente é uma triste história e o final não foi o que esperávamos.

Solte sua criatividade e dê um novo rumo a essa história:
O que poderia ter acontecido com ele? E com seus pais?

sábado, 17 de dezembro de 2011


Segue abaixo o plano da atividade 4_4, realizada pela Profª Michele e por mim para o Curso Ensinando e Aprendendo com as TICs.


Atividade 4_4 – Planejando a produção de um documento multimídia

Área de conhecimento a ser abordada (Parâmetros e Diretrizes Curriculares)
Temas Transversais
( ) Língua Portuguesa
( ) Educação Física
( ) Arte e Educação
( ) Língua Estrangeira
(x) História
( x) Geografia
( ) Filosofia
( ) Sociologia
( ) Matemática
( ) Física
( ) Química
( ) Biologia
( ) Orientação Sexual
( ) Meio Ambiente
( ) Saúde
( ) Educação
( ) Pluralidade Cultural
( ) Ética
( ) Trabalho
( ) Informática
Escreva o título do vídeo
Caldeirão do 2ºA.
Apresente a ideia ou objetivo principal
O objetivo principal é apresentar no programa o trabalho sobre a culinária do nosso país realizado pela turma do 2ºA – Tarde.
Liste e descreva os personagens
Apresentador
Cozinheira
Entrevistado
Convidados especiais
Assistente
Mascote
Identifique os cenários
Auditório
Cozinha

Liste títulos das cenas (Capítulos)
Cena 01
Abertura.
Cena 02
Apresentação das atrações do dia.
Cena 03
Chamada dos convidados especiais.
Cena 04
Entrevista.
Cena 05
Momento culinária.
Descreva as cenas
Cena 01
A abertura do programa começa com uma mensagem de reflexão.
Cena 02
O apresentador irá dizer passo a passo do que acontecerá ao decorrer do programa.
Cena 03
Chama os convidados especiais para participar do programa.
Cena 04
O apresentador chama a entrevistada do dia onde a mesma irá apresentar o livro de receitas “Sabores do nosso país” produzido pela turma do 2ºA – Tarde.
Cena 05
Momento em que é convidado um cozinheiro para fazer uma das comidas que está presente no livro.
Indique o clímax (Ponto Alto)
Momento onde a comida está pronta e os convidados irão prová-la.
Descreva o desfecho
O apresentador agradecendo a todos pela participação e encerrando o programa com o auxilio dos mascotes.

sábado, 19 de novembro de 2011

Livro de receitas

Durante as aulas de geografia e história, trabalhamos com os alunos a variedade de comidas de cada estado brasileiro. Em grupos, eles fizeram pesquisas e construíram de forma compartilhada um livro de receitas online. Vejam como ficou!!!



quarta-feira, 23 de setembro de 2009

NARRADORES DE JAVÉ

Assistimos na nossa aula de história o filme Narradores de Javé. A história se passa numa região pobre da Bahia, caracterizada pela miséria e pelo abandono, mas na qual os moradores fazem relatos de grandeza, bravura e coragem dos habitantes da região, como prova da honradez desse povo e de sua história.
O resgate da memória da população tem início a partir de um problema: o Vale do Javé seria inundado para ser transformado em uma represa. Como evitar o sumiço do povoado? O ideal seria demonstrar a importância desta localidade e de seus moradores através do Livro da História de Javé, que seria tido como um documento de posse das terras, como algo “científico”, no dizer daquele povo.
Entretanto, escrever não era tarefa fácil em Javé! A única pessoa que detinha o poder da palavra escrita naquelas redondezas chamava-se Antônio Biá, antigo morador, que havia sido banido da cidade por conta dos seus mal-feitos usando a própria escrita: Certa vez, Biá passou a escrever cartas em nome de outros moradores, sem que fosse do conhecimento deles, e endereçá-las a diversas pessoas da cidade, com o intuito de aumentar o movimento nos correios da localidade, justificando, assim, a manutenção de seu emprego. Evidentemente, tal atitude causou inúmeros problemas, com base no teor sempre comprometedor das cartas que ele produzia.Contudo, diante da temeridade de ver o povoado desaparecer por entre as águas da represa, os moradores decidem ir à cata de Antônio Biá e exigir que ele escreva o livro tão esperado, até mesmo como redenção de seus pecados perante o povo daquele vale. Biá passa, então, a colher relatos dos habitantes, para subsidiar sua escrita. É aí que entram em jogo a imaginação e a inventividade dos javenianos!
A memória se mostra em todas as suas particularidades, em todas as suas singularidades. Ela se apresenta dinâmica, criadora, um jogo entre a lembrança e o esquecimento. As lembranças evocadas são épicas, de grandes feitos, realizados por heróis que variam conforme o narrador. Indalécio e Maria Dina, por exemplo, são personagens recorrentes nas diversas versões apresentadas, embora seus papéis variem de acordo com os interesses de quem os cita. O que deve ser lembrado? O que deve ser esquecido? O que deve ser forjado?Nesse jogo de interesses Biá também não fica para trás! Ele usa seu poder, como único morador que detém o conhecimento das letras, para tirar proveito das situações, como lhe convém. Um de seus atos é, inclusive, não permitir que o povo tenha acesso ao registro escrito daquilo que eles mesmos estavam rememorando oralmente, num constante refazer do passado constitutivo de sua história, de sua identidade. Entretanto, o que há por trás dessa postura de Antônio Biá é, de fato, a tentativa de encobrir seu fracasso enquanto escritor, pois de tudo que ele ouviu, nada foi por ele registrado no papel!
Quando os moradores descobrem que o livro está em branco, expulsam novamente Biá do vilarejo, que é realmente inundado. Ao presenciarem o Vale do Javé mergulhado nas águas da represa, seus antigos habitantes também mergulham, mas num mar de dúvidas, de incertezas: O que será da vida desse povo a partir daquele momento? Será que sua identidade imergiu junto com o vale? Vulneráveis, em meio a essas hesitações, os javenianos viram alvo fácil para o esperto Antônio Biá, que aproxima-se deles sugerindo que escrevam, então, a historia do fim do Vale do Javé, um resgate da memória do vilarejo que sumiu. Agora é com você!!! Com base no que estudamos nas aulas e no que assistimos no Filme, responda: Qual é a importância de se conservar os bens históricos?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

PATRIMÔNIO HISTÓRICO IMATERIAL

Nossa história é também feita por diferentes saberes e sabores que identificam os vários povos espalhados pelo Brasil. É como um quebra cabeça, formado de pequenas peças diferentes que, juntas, formam a cara do povo brasileiro. Ou seja, cada povo tem um jeito de ser e viver conforme seu ambiente e sua História, construída e reconstruída ao longo do tempo. Preservar significa guardar na memória, conservar e respeitar estas marcas que compõem nossas manifestações culturais. Mas o que são essas "marcas"?
Elas não podem ser tocadas, mas podem ser percebidas e sentidas com o coração. É o caso da capoeira, de ofícios tradicionais como o artesanato, das festas dos padroeiros como a de Santo Antonio em Barbalha (aquela do Pau da Bandeira), ou mesmo de lugares de sociabilidade, como a Feira de Santana na Bahia. isso tudo também faz parte de nosso patrimônio cultura, mas por não poderem ser tocadas como se toca um objeto qualquer, são chamadas de Patrimônio Cultural Imaterial.
O Patrimônio Cultural Imaterial de um povo tem grande importância porque fortalece os elos de uma corrente cultura.

PATRIMÔNIO HISTÓRICO MATERIAL

O patrimônio material é o conjunto de edifícios, obras de arte, documentos, monumentos, fotos e outros objetos pertencentes a um lugar. Ou seja, são coisas que têm um valor histórico ou sentimental para os habitantes de uma região, pois se referem às origens e à forma que escolhemos para sermos lembrados.

O patrimônio histórico no Brasil é regulado e protegido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) que surgiu em 1937 com o objetivo de registrar (tombar) e conservar os bens históricos.

Antes, eram consideradas patrimônio material somente coisas que faziam referências a homens com poder ou à tradição da civilização católica e européia, implantada pelo colonizador português. Os bens tombados geralmente eram Igrejas, construídas com ouro extraído das minas ou prédios ligados às instituições públicas: câmaras municipais, cadeias e casas de autoridades (padres, prefeitos, comerciantes).

Hoje a visão que temos sobre o patrimônio material já está mais ampliada, o estudo da história também está se preocupando em manter acesa a lembrança de pessoas comuns e dos modos de vida de camponeses e trabalhadores. Assim, por exemplo, um meio de transporte como o trem é um bem material que pode nos falar sobre o crescimento econômico e a formação de cidades por onde passam estradas de ferro. Podemos falar também das casas de farinha, vilas operárias, senzalas e objetos da cultura indígena como armas, adornos ou cerâmicas, produzidos por nossos antepassados.

sábado, 9 de maio de 2009

O ensino na Idade Média

Para muita gente, a Idade Média foi um período de trevas, era de ignorância, onde só viviam pessoas bárbaras e sem instrução alguma. Mas será que foi assim? O professor Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort explica se isso é mesmo verdade:
É incrível que professores universitários se atrevam a mentir dessa maneira, porque suponho que eles não sejam ignorantes. Se não fosse a Idade Média eles não seriam professores, e professores de Universidades! Pois quem fundou as Universidades foi a Igreja exatamente na Idade Média. (...)
Em Salerno, no sul da Itália, surgiu a primeira faculdade de Medicina. Depois, surgiu a Universidade de Bolonha na qual se estudava inicialmente o Direito. Em Paris nasceu a Sorbonne, na qual ensinaram Santo Alberto, o Grande, São Tomás de Aquino e São Boaventura, entre outros. A Sorbonne ficou famosa como a principal Universidade em Teologia e Filosofia. Em Orleans, a Faculdade se notabilizou no Direito Civil, enquanto em Toulouse se destacaram os estudos médicos. Em Montpellier os estudos de Medicina alcançaram alto nível, rivalizando com Salerno. Havia ainda, na França, Faculdades em Angers, Cahors, Gray e Avignon. No século XIII as universidades se espalharam por toda a Europa. Na Inglaterra, Oxford e Cambridge. Na Itália, fundaram-se universidades em Vicenza, Reggio, Arezzo, Padua, Nápoles, Treviso, Pavia, Piacenza, além de Bologna e Salerno, que já citei antes.Em Roma, Siena, e Piacenza tiveram as suas Faculdades. Peruggia se orgulhava de ter uma universidade com muitas Faculdades no século XIV. Havia universidades em Praga, em Colonia, Na Espanha, fundaram-se universidades em Lérida, Huesca, Salamanca, Palencia, Valladolid. Em Portugal, tivemos a nossa famosa Coimbra. No século XIV fundaram-se universidades em Heidelberg, Viena, Leipzig, Koppenhagen, Rostock, Crakow e Erfurt. Na Hungria nasceram as Universidades de Budapest e Pecz. Na Escócia, surgiram universidades em Glaskow e Aberdeen. Por toda a parte havia Universidades, e o número de estudantes era imenso, e, proporcionalmente maior do que em muitos países, hoje. (...)
Quando São Bernardo foi debater com o famoso Abelardo em Sens, multidões de estudantes se deslocaram para assistir a discussão. Certa vez, há mais de quarenta anos, li um artigo de Jean Cau que cito de memória e não ipsis litteris: "Foi a Idade Média "analfabeta" que produziu Dante e a Divina Comédia, e foi Portugal "ignorante" que produziu Camões (já na Idade Moderna)". Jean Cau debochava dos ignorantes professores do século XX que acusam a Idade Média de não saber ler e de que a Igreja mantinha o povo na ignorância. (...) Desde tempos imemoriais, nas Abadias e nas igrejas paroquiais, havia escolas para os monges e para o povo. Ainda no século XIII, em 1215, o IV Concílio de Latrão estabeleceu que em cada Catedral houvesse uma escola de gramática. O Papa Honório III, sucessor de Inocêncio III determinou que o Bispo que não tivesse estudado a Gramática de Donato devia ser deposto (Cfr. James J. Walsh, The Thirteenth, Greates of Centuries, Catholic School Press, NewYork, 1929, p.30). É bem conhecido o impulso que Carlos Magno deu às escolas e aos estudos, desde o século VIII e IX. Nas Abadias, foram os monges que preservaram toda a cultura greco-romana, copiando página a página, linha a linha os autores clássicos. Se a cultura clássica chegou até nós, isso se deve à Igreja Católica através dos monges beneditinos. Além disso, os monges copiaram as obras patrísticas, acumulando um tesouro inestimável de cultura. Evidentemente, livros copiados à mão eram caros e raros. Não se conhecia o papel e a imprensa. Mas todas as Abadias, Mosteiros e conventos tinham as suas bibliotecas. Livros eram caros, e muitos eram copiados em letras de ouro e com ricas iluminuras.Estes livros mais caros eram, por vezes acorrentados nas estantes para evitar roubos. Daí a lenda das Bíblias acorrentadas que deviam ser lidas no local das bibliotecas sem poderem ser retirados delas. Mas havia um sistema de empréstimo de livros para consultas. Houve uma determinação de um Concílio de Paris, em 1212, sobre o empréstimo de livros como obra de caridade (cfr. Joan Evans, The Fowering of the Middle Ages, Thames and Hudson, London,1966 pp. 193-195)
Você bem vê, meu caro Paulo, como é falsa a alegação da ignorância da Idade Média. (...)
Agora é com você!!!
Quais foram as primeiras universidades a serem criadas?

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A Formação da Idade Média

Olá, alunos, tudo bem?

Vamos começar nossa viagem visitando o mundo medieval... Você já deve ter ouvido falar da Idade Média por intermédio de filmes, desenhos animados, histórias em quadrinhos ou mesmo da literatura infanto-juvenil... Quem nunca ouviu falar em Rei Arthur e dos cavaleiros da Távola Redonda? Quem não se impressionou com histórias de bruxas, feiticeiras e rainhas, cujas façanhas nos dão lições sobre o bem e o mal? Pois é... Essas e outras histórias foram inspiradas no modo de viver das sociedades do Período Medieval.
As invasões bárbaras mudaram o mapa da Europa Com o declínio do Império Romano, formou-se na Europa uma sociedade extremamente feudal. Do século V ao século XV os europeus viveram a Idade Média.

No século V d. C., a cidade de Roma foi tomada, roubada e incediada por mais uma onda de invasores bárbaros. Aquilo soava como um golpe final num estado que tinha vivido séculos magníficos de poder e glória. Vários foram os povos que atacaram Roma, entre eles: visigodos, suevos, francos, ostrogodos, lombardos, eslavos, saxões, anglo-saxões, bretões, alamanos, vândalos e búrgundios.

O mundo feudal

A base da economia era um modo de produzir chamado feudalismo. Na Europa feudal, a maioria das pessoas viviam no campo e eram servas, obrigadas a pagar tributos para os senhores feudais (nobres).
Os trabalhos agrícolas constituíam a principal atividade desenvolvida pelos homens medievais. terras férteis, ferramentas e técnicas adequadas, mão-de-obra abundante e clima favorável eram garantias de propriedade ou, pelo menos, de sobrevivência para essas sociedades humanas.

A sociedade medieval estava dividida em três grupos sociais:

1ª Ordem: Clero - Eram responsáveis por orar pela salvação das almas.

2ª Ordem: Nobreza - Eram responsáveis por administrar o feudo e cuidar das atividades militares.

3ª Ordem: Servos - A esses cabia a função de trabalhar na agricultura para sustentar o clero e a nobreza.

Agora é sua vez...

"Aqui embaixo uns rezam, outros combatem e outros ainda trabalham." Como você interpreta essa frase do século XI, proferida por Aldaberon, bispo de Laon?

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